Como fazer um filme sobre amor verdadeiro
A primeira briga subentendida
- Você é ótima. O dia que quiser repetir estarei a sua disposição. - Disse estendendo o cartão, que a outra pegou ainda aérea. A última coisa que Janeth queria era repetir a dose. A loura saiu ignorando completamente a presença de Audrey.
- Quero ir pra casa, Janeth. - Anunciou Audrey secamente. Ela estava totalmente decepcionada e não entendia o motivo. Era estupidez sentir isso, já que a outra estava apenas suprindo suas necessidades físicas. Talvez tenha sido o choque da cena. Audrey ainda estava em dúvida quanto a procedência daqueles sentimentos estranhos.
- Certo... - Foi tudo o que Janeth conseguiu dizer. Seu nome soou como uma rajada de vento cortante. A muito não sentia ódio do próprio nome, mas saindo da boca da ruiva daquela forma a fez odiá-lo como nunca antes. Pensando bem, aquela era a primeira vez que não era chamada pelo apelido "carinhoso" que Audrey lhe dera. Ela já havia se acostumado com ele, apesar do pouco tempo. Seguiram em silêncio para o carro e a atmosfera só piorava. Realmente, nenhuma das duas esperava que fossem se esbarrar no banheiro e que um sentimento de culpa ir aparecer do nada. Culpa, em uma por ter transado com uma desconhecida no banheiro pensando em Audrey, e a outra, por estar sentindo ciúmes de uma mulher que reencontrara a poucos dias e esquecer que tem namorado. Espera aí.... Sentindo... Ciúmes... Mulher...!!! Era só o que faltava... Audrey ficou desesperada com a ideia de sentir "algo" por uma MULHER que só queria como amiga. Já estavam a caminho da casa da ruiva. - Olha, eu...
- Não tem nada pra falar. Você estava se divertindo, né? Não há mal nenhum nisso. - Interrompeu Audrey exasperada.
- É... - De repente, Janeth ficara desanimada. Parou no portão da casa da outra.
- Obrigada por ter me trazido. - O tom fora frio...
- De nada... - ... E desanimado.
- Amanhã vou sair com 'meu namorado'. E depois vou para o outro Laboratório. Até as gravações. - Fez questão de frisar o "meu namorado". Ao dizer isso, saiu do carro. Janeth olhou Audrey andar apressadamente até o portão e entrar. Voltou para casa e passou a noite pensando na ruiva e nos acontecimentos. Foi a última vez que se falaram até o baile surpresa de Luci.
Audrey ligou para Antony, seu namorado, e marcaram um encontro para o dia seguinte. Após um jantar num restaurante italiano, foram para o apartamento dele. Transaram loucamente a noite toda, mas Audrey só conseguia pensar em Janeth. E foi até mais prazeroso do costumava ser. Depois disso, passou a ver o namorado todos os dias. Ele até começou a ficar animado com os constantes encontros, mas estranhou um pouco, já que Audrey nunca fora uma namorada grudenta. Concentrou-se em seu Laboratório na clínica. Já que sua personagem era uma enfermeira, entraria de cabeça para esquecer-se dos assuntos que não queria pensar. Até que uma carta de Luci Salgado chegou a suas mãos.
Janeth se conformou com a situação. Pensando bem, ela não queria uma aproximação desde o começo. Só que o que ela mais temia aconteceu, apaixonara-se por Audrey. Estava disposta a fazer com que ruiva não descobrisse seus sentimentos. Primeiramente, focou-se em seu trabalho, o Laboratório no hotel. O senhor Montagu era um cavalheiro, gentil e sempre com um sorriso no rosto. Ele ficara viúvo ainda bem jovem e tinha uma filha linda, que nos últimos anos virara cantora e posteriormente assumira-se lésbica apaixonada por uma misteriosa garota. Depois foi estudar o roteiro. Como era de costume, não saiu de casa para baladas. Algumas semanas depois, recebera um recadinho de Luci.
Capítulo 12 - Fim
>.< que mau ambiente entre elas
ResponderExcluirJa era de esperar esta reaçao da Audrey mas ela esta a apaixonar se pela Janeth l e n t a m e n t e xD
Ahah o que é que o Luci esta a tramar? xD
Obg pelo cap o/
Coisas da vida.
Excluirhauhauhau pois é! Vamos ver o que acontece^^
Luci está sempre a tramar =p
Obrigada por ler^^